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Sunday, 8 January 2017

Ano novo, lista nova: os filmes de 2017

Como é que é aquela expressão? Ano novo, vida nova, filmes novos? Pronto, ok, se calhar não é nada disto -- mas, seguramente, uma das coisas que me deixa entusiasmada acerca de 2017 são as muitas coisas boas que chegam aos cinemas. Admitidamente, não sendo a maior cinéfila que por aí anda, não posso negar que raramente viro o nariz a esta ou aquela nova peça da sétima arte...

A propósito disto, resolvi agarrar em mão cheia de filmes que até quero bastante ver neste ano que nos espera (pelo menos aqueles que sei que vão sair de modo mais acessível, nada de coisas underground do arco da velha) e partilhar convosco, seja por inspiração, diversão, ou, pior das hipóteses, para quando mais nada houver para fazer (o que, convenhamos, raramente é o caso).


1. La La Land

 
Admitidamente, se houver um filme com o Ryan Gosling, eu vou ver -- nem que seja só para verificar se é alguma coisa de jeito ou não. No shame in my game. Mas, fora de brincadeiras, já há uns bons meses que ando com a pulga atrás da orelha em relação ao La La Land, isto sem ser grande apreciadora de musicais. Não sei se será pela premissa, pela fotografia, o que for... mas o que é facto é que também quero colocar um check na minha lista de vistos neste filmezinho; nem que seja para, lá está, ver se é alguma coisa de jeito ou não.


2. Trainspotting 2


"Choose Facebook, Twitter, Instagram and hope that someone, somewhere cares. Choose looking up old flames, wishing you’d done it all differently. And choose watching history repeat itself. Choose your future. Choose reality TV, slut shaming, revenge porn. Choose a zero hour contract, a two hour journey to work. And choose the same for your kids, only worse, and smother the pain with an unknown dose of an unknown drug made in somebody’s kitchen. And then… take a deep breath. You’re an addict, so be addicted. Just be addicted to something else. Choose the ones you love. Choose your future. Choose life."


3. Ghost in the Shell


Cyborgs? Anime adaptations? Sci-fi weirdness? Scarlett Johansson? Sign me up.


4. Guardians of the Galaxy Vol. 2


Marvel. Sim. Sei que é aquele universo cinemático para o qual os elitistas olham com algum desdém, mas, para vos ser franca, não me faz grande comichão se puxa ao mainstream ou não. O primeiro Guardians of the Galaxy foi provavelmente um dos melhores filmes de "super-heróis" que já vi, e algo me diz que o segundo não vai desapontar.


5. Thor 3: Ragnarok


Possivelmente, o que mais estou ansiosa por ver, nem que seja apenas para ter um closure em relação ao final do anterior (sim, porque, apesar de todos os filmes do universo cinemático da Marvel estarem conectados entre si, ainda não houve qualquer tipo de menção em relação ao sucedido). Nada melhor para manter as minhas expectativas em alta do que ainda não se saber praticamente nada do plot... Until November.


E vocês? Já sabem o que vos vai arrastar até ao cinema mais próximo em 2017?


- Ana

Thursday, 1 December 2016

Makeover // Do café ao marshmallow

Como já devem ter reparado por aquilo que tem vindo a chover ultimamente ultimamente nas redes sociais, aqui a gata já não é morena. (Eu sei... Eu sei... Já vou dois dias tarde. Mas perdoem-me. Ontem fiz anos, e é muito errado fazer um post no dia de anos! Vocês sabem disso!) Não, não. Resolvi entrar em grande nos meus 26 anos, e, na véspera do meu aniversário, pus pés ao caminho até ao salão (após os cuidados apropriados que tive durante duas duras, mas duras, semanas), e lá fui eu fazer a mudança mais drástica que fiz à minha cabeleira até ao dia de hoje. 

O mais radical que havia sido com os meus lindos cachos foi tingi-los de um belo laranja cenoura, que, mesmo assim, nem durou muito; por alguma razão o meu cabelo rejeita com bastante afinco o pigmento vermelho, e torna-o demasiado seco, por muitas máscaras, baratas ou caras, boas ou más, que lhe ponha em cima -- mesmo que durma com elas (até com a tortura dos sacos de plástico a fazer de touca envolvidos...).

Bem, vamos ao que interessa...


1. A preparação:

Como o meu cabelo estava carregadinho de pigmentos vermelhos dos meus passados affairs com os tons ruivos, eles tinham, obrigatoriamente, de desaparecer, uma vez que a descoloração não seria suficiente para nos livrarmos deles. Como tal, andei a lavar, religiosamente, durante duas semanas, o meu cabelo com Head & Shoulders (por vezes, misturado com bicarbonato de sódio e a deixar a atuar durante 20 minutos - mais coisa menos coisa - sem esquecer a máscara a seguir). Já agora, há que salientar que não pintava o cabelo há cerca de 3 meses, portanto a tinta a decapar não era assim tanta quanto isso.




2. O derradeiro dia:

Comecei às 10h da manhã. Dez. Horas. Da. Manhã. Saí às 17h. Desnecessário será dizer que nunca tinha passado tanto tempo dentro de um cabeleireiro (até porque a minha rotina de beleza costuma ser "é só aparar a franja e as pontas, por favor", e sair), portanto, admito que dou uma palmadinha nas minhas próprias costas por ter aguentado estar sentada numa cadeira durante tantas horas. 




Após duas(!) descolorações, e ter estado numa espécie de nave espacial (bastante quentinha, por sinal), que não me levou a Marte, nem a qualquer sítio que se pareça, saí de lá... uma vassoura loura. 




E foi aí que a magia começou a acontecer. Claro que os segredos do ofício nunca se revelam, nem eu revelarei os que foram aplicados em mim. Só vos digo que o que estão a ver agora, nas fotos acima, é muito, muito diferente, do resultado final. Ora vejam...


3. The final outcome!






Então, o que acham? Boa, ou má loucura? Eu cá acho que comecei os 26 com o pé direito!

- Ana

Monday, 21 November 2016

Apresentações: A Ana.



A Ana é um bicho estranho. Até diria que é uma ave rara, mas a moça tem a mania que é uma gata (infelizmente, não no sentido informal, não por se achar uma gaiata bonita e interessante; mas mesmo por gostar de dormir sonecas em posições que desafiam as leis da gravidade, e por metade da sua higiene ser feita à lambidela… ou não). 

Neste momento, está a acabar (esperemos) a sua licenciatura em Design no IADE, mas os seus interesses estendem-se bem para lá dos limites dessa área. Ainda dentro do domínio da estética, a Ana gosta muito de fotografia, de ilustração, pintura, cinema (também é uma arte!)… enfim, de tudo um pouco. Mas a Ana também gosta muito de ler, apesar de não ter tanto tempo para o fazer quanto gostaria. 

Gostos à parte, eis que chega a parte de falar da personalidade da garina… é a parte chata. É que há um problema, não é fácil descrever a Ana. A Ana não gosta de falar dela. É por isso que a Ana passou este tempo todo a escrever na terceira pessoa, ao invés de se apresentar diretamente a vocês, como deveria de ser. 

A Ana é anti-social, a Ana é introvertida, a Ana consegue ser uma melga. Mas a Ana também consegue ser simpática. E divertida. E criativa. E inteligente (Ou, pelo menos, ela gosta de pensar que sim). 

Então… Aqui fica. Olá, mundo. Eu sou a Ana.